Cruzeiros da Freguesia Em vários locais da Freguesia existem painéis das almas e cruzeiros. Foram aí colocados devido à existência de uma cultura popular religiosa, os quais se vão mantendo ao longo dos anos. Encontram-se em Loureira, Santa Catarina da Serra e Vale do Sumo.
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Galeria
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Lugar de Loureira
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Cruzeiro da «Cruz da Loureira» (1964)
Datado de 1964, o cruzeiro da designada "Cruz da Loureira" (cruz significava, no século XVIII, cruzamento) veio substituir um outro, mais antigo, em madeira. Desta forma, nos inícios dos anos 60 da centúria de Novecentos foi edificado o actual, em calcário de cantaria. O mesmo foi encomendado à família Vicente, de Chaínça, exímia em todo o tipo de trabalhos de cantaria. Foi catalogado na Base Geo-Referenciada do Património Histórico-Cultural da Freguesia de Santa Catarina da Serra, a 27.8.2008.
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Cruzeiro da Rua do Covão Grande, (finais do século XIX)
Na estrada de acesso ao antigo lugar de Covão Grande, hoje Loureira, existe, ainda, um cruzeiro antigo. De metal, as características do mesmo indicam ter sido elaborado em finais do século XIX ou inícios da centúria de Novecentos. Virado à EN357, tem escrito «PELAS / ALMAS / P(ai) N(osso). No lado oposto, virado à Rua do Covão Grande, surge a mesma inscrição epigráfica.
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Cruzeiro do Juiz José Alberto, (1902)
Este cruzeiro, datado de 1902, foi mandado elaborar, na Loureira, por José Alberto. Para além dos designados Símbolos da Paixão, na parte de trás do mesmo, na base, existem as seguintes inscrições: «JUIZ JOZE ALBERTO / 1902», da parte da frente, e «AMO-TE Ó CRUZ NO / VERTE-SE FIRMADA / EX.DA?...», da parte de trás. Esta refere-se a um poema do historiador Alexandre Herculano, intitulado "A Cruz Mutilada" (1839).
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Lugar de Santa Catarina da Serra
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Cruzeiro do cemitério público de Santa Catarina da Serra (1921)
Na via principal do cemitério público de 1919, o actual, em Santa Catarina da Serra, Vila e Sede de Freguesia, existe um grande cruzeiro, datado de 1921. Este foi benzido por D. José Alves Correia da Silva, 1.º Prelado de Leiria, depois de restaurada a Diocese, em 1918. Para além dos citados Símbolos da Paixão de Cristo, convencionais, na base apresenta, esculpidos, uma caveira e diversos ossos, simbolizando a morte. Em epígrafe lê-se «FOI BENZIDO JUNTO / COM ESTE CEMITERIO / PELO EX(celentissi)MO BISPO DE LEIRIA / D(om) JOSE A(lves) C(orreia) DA SILVA NO DIA / 23-8-921, O QUAL CONCEDEU 50 / D(ias) D(e) INDULGÊNCIAS A QUEM AQUI / RESAR 1 P(ai) N(osso) E 1 A(ve) M(aria)».
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Cruzeiro no antigo cemitério público de Santa Catarina (1869)
O cruzeiro existente no antigo cemitério de Santa Catarina da Serra, junto ao adro da Igreja Matriz, tem a seguinte inscrição: «MISSÃO. QUEM REZAR HUM P(ai) N(osso) E UMA A(ve) M(aria) COM GL(oria) DIAN / TE DESTA CRUZ A PAIXÃO DE N(osso) S(enhor) GA(n)HA 100 DIAS D(e) INDUL(genci)A. 1869. / 1869». Apesar de tudo, a primeira sepultura efectuou-se em 1870. Este cemitério tornou-se escasso, pelo que se decidiu abandoná-lo em 1918. No ano seguinte, 1919, os defuntos passaram a ser depositados no cemitério actual.
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Cruzeiro no acesso ao actual cemitério público (posterior a 1919)
No acesso ao actual cemitério público de Santa Catarina da Serra, datado de 1919, pela calçada, existe este cruzeiro que, em epígrafe, tem escrito «NOVO P(ai) N(osso)». Este será posterior a 1919, ou seja, à edificação do núcleo cemiterial.
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Cruzeiro no sítio da Bemposta (1943)
Na Rua do Cruzeiro, antiga via de acesso ao cemitério público de Santa Catarina da Serra, encontrava-se um cruzeiro datado do ano de 1943. Estava posicionado na curva, à entrada da referida rua, com um outro cruzeiro, de menores dimensões. Assim, enquanto este permaneceu no mesmo local, o de 1943 foi transferido da entrada da Rua do Cruzeiro para a estrada que dá acesso à sede de freguesia, numa posição mais favorável aos transeuntes, nomeadamente peregrinos. Em epígrafe lê-se: «COMPA / DECEI / VOS DE / NOS AO / MENOS / VOS OS / QUE SO / IS NOS / SOS AM / IGOS. / 1943. / P(ai) N(osso). A(ve) M(aria). 100 INDUL(gencias)».
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Lugar de Vale Sumo
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Cruzeiro do adro da capela de Vale do Sumo (finais do século XIX)
O cruzeiro da Capela de São Miguel, em Vale do Sumo, que não se encontra datado, embora se saiba ser antigo, provavelmente de finais do século XIX. Apresenta uma decoração escultórica simples, isto é, sem os usuais instrumentos da "Paixão de Cristo", ou motivos fitomórficos, característicos em outras estruturas similares.
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Cruzeiro no acesso ao cemitério de Vale do Sumo (1957)
Para além do cruzeiro da Capela de São Miguel, em Vale do Sumo, e do cruzeiro do respectivo cemitério público, datado de 1929, no exterior do núcleo cemiterial encontra-se um outro, com a data de 1957. Tem a seguinte epígrafe: «REZAI PELAS / ALMAS DOS / QUE FORAM / NOSSOS / AMIGOS. / P(ai) N(osso). A(vé) M(aria)».
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